terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

PROFESSORAS DE CÁSSIA SÃO DESTAQUE EM 
SEMINÁRIO EM POÇOS DE CALDAS


Nos dias 04, 05 e 06 de fevereiro foi realizado o Seminário Final PNAIC – UFOP, no Complexo Cultural da Urca, no município de Poços de Caldas – MG. O evento teve como proposta as possibilidades de apresentação, divulgação e socialização dos trabalhos e práticas pedagógicas de sucesso dentro do contexto da Educação Básica, realizado pelo Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, da Universidade Federal de Ouro Preto (PNAIC – UFOP), abrangendo 158 municípios do Estado de Minas Gerais. O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso formal assumido pelo Governo Federal em parceria com os Estados e Municípios cuja meta é assegurar a alfabetização de todas as crianças até os oito anos de idade, ao final do 3° ano do ensino fundamental. O objetivo principal desta parceria é a Formação Continuada de Professores Alfabetizadores, garantindo maior qualidade no ensino e aprendizagem de nossas crianças.
Devido ao apoio e empenho da Prefeitura Municipal de Cássia e Secretaria Municipal de Educação, a Orientadora de Estudos e professora da Rede Municipal Alexandra Aparecida de Sousa e a cursista e também professora da Rede Municipal Aline Aparecida Cabral Santos compareceram ao Seminário representando o município de Cássia. A professora Aline foi convidada para relatar sua experiência a respeito do trabalho que realizou com o projeto “Amarelinha: O resgate de brinquedos e brincadeiras antigas”.
O projeto foi aplicado na E. M. Allan Kardec no ano de 2014 e visou desenvolver com os alunos brinquedos e brincadeiras, cantigas e jogos antigos, a fim de conservar a memória e o prazer trazido pelas brincadeiras. Este trabalho proporcionou às crianças conhecimentos de que brincar não é apenas manusear objetos e jogos eletrônicos, mas também participar da construção do brinquedo, interagindo com os colegas nas brincadeiras e desenvolvendo valores que são importantes na formação do ser humano.
A Secretaria Municipal de Educação e a Coordenação do PNAIC se sentem honradas em dividir a classe dos educadores com pessoas tão competentes e brilhantes.

Empresário preso por engano é abandonado em Ribeirão Preto


Foto: Angelo Pedigone / Comércio da Franca
Empresário preso por engano é abandonado em Ribeirão Preto
O empresário de 39 anos decidiu procurar um advogado e está processando a União pelo erro


O dia 19 de agosto de 2014 não sairá tão cedo da memória do empresário GSG, de 39 anos, morador do Jardim Paulistano. Eram perto das 10 horas, quando seu celular tocou. Do outro lado da linha, um policial federal dizia ter um mandado de prisão contra ele. Sem saber de qual crime era acusado, GSG foi levado para Ribeirão Preto. Ficou preso na 




Delegacia da Polícia Federal e só voltou à Franca no início da noite daquela terça-feira com a ajuda de um desconhecido. Hoje ele processa o Governo Federal e pede indenização pela humilhação sofrida. 
 
Segundo o advogado Tiago Carrera, que cuida do caso, o empresário foi preso por conta de um erro de digitação. “Em Ribeirão Preto, o delegado viu que haviam preso o homem errado. Ao fazer a verificação dos dados, percebeu a troca de dois números no CPF”, disse. Como os mandados de prisão são emitidos com base no número do documento, em vez do nome do verdadeiro acusado, saiu o nome de GSG. “O servidor digitou 62 em vez de 36”, completou Carrera. 
 
O empresário conta que levou um susto quando recebeu a ligação do policial federal. “Estava em uma lotérica perto de casa e da escola do meu filho. O policial disse que estava me esperando na casa da minha avó, que é bem perto. Como nunca fiz nada errado, fui até lá.”
 
Ao chegar, o empresário viu duas viaturas à sua espera e muita movimentação na rua. “Parecia que eu era um bandido perigoso. Eles estavam com as armas em punho”, contou.
 
Segundo ele, os policiais disseram que tinham um mandado de prisão e que deveriam levar o empresário para prestar depoimento em Ribeirão. “Eu estava tão nervoso. Acabei saindo sem dinheiro nenhum. Tentei argumentar, mas não me deram ouvidos. Depois de rodarem pela cidade, acabaram me levando para Ribeirão.”
 
Na delegacia, GSG esperou cerca de uma hora até ser levado para a sala do delegado. “Eu mal comecei a falar e o doutor já percebeu que eu não era o homem que ele procurava. Ficou nervoso. Falou com alguns funcionários e depois voltou para me dizer que a minha prisão estava errada”, disse o empresário. 
 
Segundo o francano, o próprio delegado teria admitido o erro. “Ele me explicou que algum funcionário devia ter errado na hora de digitar o número do CPF. O homem que eles procuravam era acusado de fraude e tinha um nome muito diferente do meu.”
 
O empresário contou que na hora sentiu como se tirassem um peso de suas costas. “Me senti aliviado. O delegado disse: ‘Você está livre. Pode ir’. Mas aí me lembrei que não tinha dinheiro para voltar para Franca. Nem andar por Ribeirão eu sabia.”
 
Sem recursos, o empresário pediu ajuda ao delegado. “Ele falou que era para os investigadores me levarem de volta e pagarem meu almoço. Ele ainda me deu R$ 10. Mas eles não cumpriram a ordem. Disseram para me virar. Fiquei esperando horas na recepção.” Cansado, o empresário decidiu pedir ajuda. “Comecei a mendigar mesmo. Para todo mundo que chegava, eu pedia dinheiro para voltar para casa.”
 
A sorte de GSG foi que um dos homens que estavam na delegacia era francano e ouviu a história contada pelo empresário. “Ele decidiu me ajudar. Me deu carona e me trouxe para Franca. Nunca me senti tão grato.” GSG chegou à cidade no início da noite.
 
O empresário diz que não esquecerá as humilhações que sofreu naquele dia. “Eu sou um trabalhador. Nunca tive problemas com a Justiça. Fui algemado, preso e conduzido até Ribeirão como se fosse um bandido. Todo mundo me viu no carro da Polícia Federal. Até hoje me olham com desconfiança. Ninguém acredita que foi engano.”
 
O empresário conta que um dos momentos mais dolorosos foi ver a avó de 84 anos chorando. “Ela assistiu a toda a cena e ficou desesperada. Eles me levaram, mas não tiveram a decência de me trazer de volta. Me abandonaram”, revolta-se. 
 
Indenização
Por conta de todos os transtornos, o empresário decidiu procurar um advogado e está processando a União. “Fiquei pensando se devia ou não entrar com o processo, e vi que não foi justo o que fizeram comigo. Ninguém merece passar pelo que passei.”
 
A ação foi proposta na semana passada na Justiça Federal. Pelos transtornos, o advogado Tiago Carrera está pedido 24 salários mínimos como indenização ao empresário. “Nenhum dinheiro no mundo paga o que passei, mas servirá de lição para que isso não volte a acontecer”, disse GSG. O caso ainda não foi julgado.
 
Fonte: gcn.net.br

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

DAVI MIGUEL AMANHECE COM ANEMIA E FEBRIL E É 


COLOCADO NO BALÃO DE OXIGÊNIO; FAMÍLIA PEDE 


ORAÇÕES  







Foto: Reprodução

Davi Miguel amanhece com anemia, febril e é colocado no balão de oxigênio; família pede orações
Davi Miguel começou a semana febril, com anemia, teve complicações em sua respiração e precisou ser colocado no balão de oxigênio, segundo familiares da criança. Pelas redes sociais, familiares pedem orações ao menino. "Vamos intensificar nossas orações, pois Davi Miguel está passando por mais uma barreira, mas tenho certeza com a graça de

Deus ele vai superar. Ele está dando febre, está anêmico e vai ter que fazer uma transfusão de sangue. Está sendo medicado com três tipos de antibióticos e há suspeita de infecção. Vamos fazer uma corrente de oração para que ele vença mais esse obstáculos que pra Deus nada e impossível", escreveu o administrador do grupo Movidos Pela Vida de Davi Miguel 

Davi, que luta há quase 1 ano pela sua vida, precisa de um transplante de intestino urgente devido a um defeito genético raro, no qual seu órgão é incapaz de absorver os nutrientes que precisa. A cirurgia só pode ser realizada nos Estados Unidos e está avaliada em R$ 2 milhões de reais. Para atingir essa quantia, ações solidárias em Franca, região e várias localidades do país estão sendo realizadas.

Davi permanece internado no Hospital Regional desde o seu 5º dia de vida e depende exclusivamente da alimentação intravenosa.

Fonte: gcn.net.br
 

Pedreiro fica ‘leque-leque’ e vai para casa com moto errada

                                                     
                                  

                                 Foto: Dirceu Garcia/Comércio da Franca

Pedreiro fica ‘leque-leque’ e vai para casa com moto errada

FrancaPolíciaA-A+22/02/2015Foto(s): Dirceu Garcia/Comércio da Franca
Pedreiro fica ‘leque-leque’ e vai para casa com moto errada
O pedreiro Wander da Silva com a moto que levou enganado
Sexta-feira chegou e, como ninguém é de ferro, o pedreiro Wander Hipólito da Silva resolveu dar uma passada no espetinho do “Primo”, na avenida Adhemar de Barros, para tomar umas e comemorar a chegada do fim de semana.
Por volta das 23 horas, deu partida na moto Honda CB 300 R, de cor amarela, e foi para casa. Ontem, quando acordou, descobriu que havia se enganado. “Eu peguei a moto errada. Elas eram iguais. Larguei a minha e peguei a do cara. Eu já estava ‘leque-leque’ já, meio tonto”.
O pedreiro foi ao plantão logo cedo e comunicou a polícia do erro. Quase entrou em desespero ao ouvir o delegado que a moto, que havia pego por engano, seria apreendida, e que ele ficaria a pé. “E agora, doutor, vou ficar sem minha moto? Como vou voltar para casa?”. Ouviu que deveria ter bebido menos.
A moto dele tem as placas ESK 4629 e é de Franca. A que ele pegou por engano é de Jacareí (SP) e tem as placas ESB 8006. “Era só essa que me faltava. Espero que o cara que ficou com ela me devolva, pois fiquei a pé”.

Pedreiro fica ‘leque-leque’ e vai para casa com moto errada

FrancaPolíciaA-A+22/02/2015Foto(s): Dirceu Garcia/Comércio da Franca
Pedreiro fica ‘leque-leque’ e vai para casa com moto errada
O pedreiro Wander da Silva com a moto que levou enganado
Sexta-feira chegou e, como ninguém é de ferro, o pedreiro Wander Hipólito da Silva resolveu dar uma passada no espetinho do “Primo”, na avenida Adhemar de Barros, para tomar umas e comemorar a chegada do fim de semana.
Por volta das 23 horas, deu partida na moto Honda CB 300 R, de cor amarela, e foi para casa. Ontem, quando acordou, descobriu que havia se enganado. “Eu peguei a moto errada. Elas eram iguais. Larguei a minha e peguei a do cara. Eu já estava ‘leque-leque’ já, meio tonto”.
O pedreiro foi ao plantão logo cedo e comunicou a polícia do erro. Quase entrou em desespero ao ouvir o delegado que a moto, que havia pego por engano, seria apreendida, e que ele ficaria a pé. “E agora, doutor, vou ficar sem minha moto? Como vou voltar para casa?”. Ouviu que deveria ter bebido menos.
A moto dele tem as placas ESK 4629 e é de Franca. A que ele pegou por engano é de Jacareí (SP) e tem as placas ESB 8006. “Era só essa que me faltava. Espero que o cara que ficou com ela me devolva, pois fiquei a pé”.
Sexta-feira chegou e, como ninguém é de ferro, o pedreiro Wander Hipólito da Silva resolveu dar uma passada no espetinho do “Primo”, na avenida Adhemar de Barros, para tomar umas e comemorar a chegada do fim de semana.
Por volta das 23 horas, deu partida na moto Honda CB 300 R, de cor amarela, e foi para casa. Ontem, quando acordou, descobriu que havia se enganado. “Eu peguei a moto errada. Elas eram iguais. Larguei a minha e peguei a do cara. Eu já estava ‘leque-leque’ já, meio tonto”.
O pedreiro foi ao plantão logo cedo e comunicou a polícia do erro. Quase entrou em desespero ao ouvir o delegado que a moto, que havia pego por engano, seria apreendida, e que ele ficaria a pé. “E agora, doutor, vou ficar sem minha moto? Como vou voltar para casa?”. Ouviu que deveria ter bebido menos.
A moto dele tem as placas ESK 4629 e é de Franca. A que ele pegou por engano é de Jacareí (SP) e tem as placas ESB 8006. “Era só essa que me faltava. Espero que o cara que ficou com ela me devolva, pois fiquei a pé”.

Fonte: gcn.net.br