sábado, 27 de agosto de 2016

Maria da Fé tem maior número de candidatos a prefeito no Sul de MG

Com nove concorrentes, cidade acumula representantes de vários partidos. Nas eleições 2012, apenas três pessoas haviam se candidatado ao cargo.


Nove candidatos disputam o cargo de prefeito de Maria da Fé (MG) (Foto: Reprodução EPTV)
Nove candidatos disputam o cargo de prefeito de Maria da Fé (MG) (Foto: Reprodução EPTV)
Algumas cidades do Sul de Minas têm apenas um candidato a prefeito, outra tem concorrência 100% feminina, mas em Maria da Fé (MG), o que não falta são opções. A cidade é a que mais tem concorrentes na região, com nove candidatos fazendo campanha para estar à frente da prefeitura.
Com pouco mais de 12,3 mil eleitores, a cidade acumula representantes dos mais diversos partidos. Estão concorrendo: Alexandre (PR), Carlinhos Braga (PMDB), Dr. Antônio (PPS), Dr. Paulo (PV), Patrícia (PSD), Paulo Francisco (PHS), Prof. Antônio Big Boy (PT), Tete (PTC) e Valdecir da Silva (DEM).
Por isso que as campanhas não param. Em uma gráfica da cidade, a correria é grande. "A procura no momento está muito grande mesmo, o material acaba a todo o momento. A gente não esperava, na verdade, tantos candidatos", conta Éverton de Jesus Bernardes, que é dono da gráfica.
O locutor Ted Júnior diz que não parou de gravar jingles nos últimos dias. "Já deixamos agendados os horários para cada candidato. E o horário chega, fala o horário, a gente vai, roda aquele horário, na sequência entra outro e assim a gente consegue a demanda do dia inteiro aí".
Os eleitores ficaram surpresos, já que na última eleição eram apenas três candidatos. "Difícil, né? Difícil para guardar", disse o motorista Francisco de Assis Souza.
Fonte:g1.globo.com

Brasil fecha 94 mil vagas de trabalho formais em julho

No ano, até julho, 623 mil vagas foram cortadas e, em 12 meses, 1,7 milhão. Julho foi o 16º mês seguido de fechamento de vagas com carteira assinada.


O fechamento de vagas de trabalho com carteira assinada teve continuidade em julho deste ano. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no mês passado as demissões superaram as contratações em 94.724 empregos.
Os dados, divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta quinta-feira (25), revelam que este foi o décimo sexto mês seguido de fechamento de vagas formais. O último mês com contratações acima das demissões foi março do ano passado, quando foram criados 19,2 mil postos de trabalho.
CRIAÇÃO DE VAGAS
No setor privado, em milhares
-84,7-109,3-98,8-149,3-77,8-88,2-167,7-134,7-614,4-95-98,3-117,2-59,4-69,7-89-94,7abr/15mai/15jun/15jul/15ago/15set/15out/15nov/15dez/15jan/16fev/16mar/16abr/16mai/16jun/16jul/16-700-600-500-400-300-200-1000
Fonte: MTE
Apesar de negativo, o resultado do mês passado foi menos ruim do que o registrado em junho de 2015, quando foram fechados 157.905 postos de trabalho – pior resultado para meses de junho desde o início da série histórica do indicador, em 1992.
Acumulado do ano
Na parcial dos sete primeiros meses deste ano, as demissões superaram as contratações em 623.520 vagas formais. Foi o pior resultado para este período desde o início da série histórica do Ministério do Trabalho, que, neste caso, começa em 2002.
Até então, o pior resultado, para o período de janeiro a julho, havia sido registrado no ano passado – quando foram fechadas 485.069 vagas com carteira assinada.
Os números de criação de empregos formais dos sete primeiros meses do ano, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro a junho. Os dados de julho ainda são considerados sem ajuste.
Em 12 meses, mais de 1,7 milhão de demissões
O Ministério do Trabalho informou também que, nos últimos doze meses até julho, foi registrada a demissão de 1.706.459 trabalhadores com carteira assinada.
Ao final de julho, o país tinha um total de 39,06 milhões de trabalhadores empregados formalmente. No mesmo mês do ano passado, eram 40,77 milhões.
Setores da economia
Em julho, segundo os números do governo, o setor que mais demitiu foram os serviços, com o fechamento de 40.140, seguido pela construção civil (-27.718 vagas), pelo comércio (-16.286 empregos) e pela indústria de transformação (-13.298 postos formais).
Já nos sete primeiros meses deste ano, informou o Ministério do Trabalho, quase todos os setores da economia demitiram trabalhadores, com exceção da administração pública, que abriu 19.012 vagas, e da agricultura (+96.428 empregos com carteira assinada).
O comércio liderou o fechamento de vagas com carteira assinada nos sete primeiros meses deste ano, com 268.403 demissões. Em segundo lugar, estão os serviços com 164.601 vagas formais fechadas na parcial deste ano.
Logo depois, vem a indústria de transformação, com 153.197 empregos formais fechados no período, seguida pela construção civil - que registrou a demissão de 142.095 postos formais nos sete primeiros meses de 2016. A indústria extrativa mineral, por sua vez, fechou 6.108 vagas de emprego.
Números regionais
Segundo o Ministério do Trabalho, houve o registro de demissões em quase todas as regiões do país nos sete primeiros meses de 2016, com exceção do Centro-Oeste, que abriu 11.954 vagas neste período.
A região Sudeste foi a que teve mais trabalhadores demitidos de janeiro a julho deste ano, quando 305.710 pessoas perderam o emprego.
A região Nordeste, por sua vez, registrou a demissão de 223.382 trabalhadores, enquanto a região Sul contabilizou o fechamento de 61.433 vagas formais. Já a região Norte fechou 44.949 empregos com carteira assinada nos sete primeiros meses deste ano.
Fonte: g1.globo.com

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Carro bate em carreta e motorista morre na hora




Carro ficou completamente destruído
Um grave acidente marcou as primeiras horas da manhã desta quinta-feira, 25, na região. A tragédia envolvendo um caminhão carregado com 38 toneladas de cimento e um Fiat Palio deixou um morto e um cenário de destruição. O carro com placas de São Tomaz de Aquino era dirigido por Odair José Alves da Silva, 41 anos, que fazia o sentido Franca - Minas Gerais. Odair morreu na hora. Seu carro ficou completamente destruído. Segundo informações de testemunhas, o motorista havia saído de uma boate nas imediações do acidente. 

O caminhão, com placas de Cássia, era conduzido por William Ferreira da Silva, 27 anos, morador da cidade mineira.   

Segundo informações iniciais, a colisão frontal aconteceu entre Patrocínio Paulista e Itirapuã, praticamente no mesmo ponto onde um acidente deixou quatro pessoas feridas na noite desta quarta-feira

Com o impacto, o carro ficou completamente destruído. A imagem impressionou quem passava pelo local. Destroços dos veículo ficaram espalhados pela pista. Após o impacto, o caminhão desgovernado caiu ribanceira abaixo. Toda a carga de cimento ficou espalhada na pista. Durante a manhã, funcionários da Autovias faziam a limpeza do local. 

SOCORRIDO 


O motorista do caminhão, William Ferreira da Silva foi socorrido a Santa Casa de Patrocínio Paulista. Com apenas ferimentos pelo corpo, ele recebeu alta ainda na manhã desta quinta-feira.
 Fotos de  Cássio Freires


Fonte:gcn.net
INSS quer cassar mais de 16 mil benefícios em Minas Gerais

Governo vai revisar os auxílios-doença e aposentadorias por invalidez concedidas antes dos 60



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Revisão. Leonardo Cadelha (direita), presidente do INSS, visitou um posto de Contagem ontem
Nos próximos dois anos, mais de 16 mil benefícios concedidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), entre aposentadorias por invalidez e auxílios-doença, poderão ser extintos em Minas Gerais, na estimativa do próprio órgão governamental. Com a publicação da Medida Provisória (MP) 739, no mês passado, o governo federal determinou que todos os beneficiários de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez com menos de 60 anos e mais de dois anos sem passar por uma reavaliação sejam chamados para fazer uma nova perícia.

Segundo o presidente do INSS, Leonardo Gadelha, a estimativa é que, com a medida, 2% de todas as aposentadorias por invalidez sejam canceladas e até 20% dos auxílios-doença deixem de existir. Com isso, o governo federal estima economizar pelo menos R$ 1,5 bilhão por ano.

Em Minas, segundo a Superintendência Regional do INSS, vão passar pela nova perícia mais de 60,7 mil beneficiários do auxílio-doença e mais de 196,5 mil aposentados por invalidez. Se a expectativa do governo for atingida, no Estado serão mais de 12 mil auxílios-doença cancelados e quase 4.000 aposentadorias por invalidez deixarão de existir.

No Brasil, são 1,7 milhão de beneficiários entre aposentados por invalidez e usuários do auxílio-doença que serão reavaliados. Segundo a MP 739, o INSS tem dois anos para realizar todas elas. “É uma obrigação nossa dar efetividade ao emprego do dinheiro público. Se existe impropriedades, nós temos que buscá-las. Tem que cessar esses benefícios”, disse Gadelha ontem durante uma visita à Agência da Previdência Social em Contagem, na região metropolitana da capital mineira.

Porém, além de fraudes, o presidente do INSS admite que a nova perícia pode ter um resultado diferente da realizada antes. “Não seria uma mudança de critérios, seria uma avaliação da capacidade laboral daquela pessoa, ainda que ela mantenha uma patologia. Se o quadro dela evoluiu e tem condições de voltar ao mercado de trabalho, ela voltará”, afirmou Gadelha.

Receio. Antônio Nonato de Souza, 47, foi aposentado por invalidez há 28 anos, quando passou a usar uma perna mecânica. Ele diz estar preocupado com as mudanças na Previdência. “Eles querem tirar onde deveriam colocar”, opina. Souza pede hoje uma revisão de sua aposentadoria. “Recebo um salário mínimo e recebia quatro quando trabalhava. Hoje, todo meu benefício é usado para pagar empréstimos. Tento no SUS uma perna mecânica, mas nunca consegui, a que tenho paguei do meu bolso”, conta.
Por carta
Sem pressa. Os beneficiários que passarão por nova perícia serão chamados por carta. “Não é necessário comparecer às agências antes disso”, disse Leonardo Gadelha, presidente do INSS.
Peritos vão receber R$ 60 por cada extra



Para absorver as novas perícias de reavaliação dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez, o INSS criou um programa para adesão dos peritos. Aqueles que participarem poderão abrir mais quatro agendas por dia e receberão R$ 60 por perícia extra, além do salário habitual, mesmo esse atendimento acontecendo dentro do horário regular de trabalho.

“A Medida Provisória 739 prevê a possibilidade de realizarmos mutirões, mas há expectativa de conseguir equacionar no horário normal de expediente”, disse Leonardo Gadelha, presidente do INSS. Segundo ele, “a dinâmica foi pensada para não causar problema no fluxo normal de perícias”. (LP)

MINIENTREVISTA

Leonardo Gadelha
Presidente do INSS
Quem são os beneficiários que passarão por uma nova perícia? 

O público-alvo é de 1,7 milhão de pessoas sendo que 534 mil são beneficiárias de auxílio-doença e o restante compõe o corpo de aposentadoria por invalidez, que não passaram por revisão ao longo dos últimos dois anos e que tenham menos de 60 anos de idade. São esses dois filtros. Nós vamos iniciar os trabalhos pelos 534 mil que têm auxílio-doença. Vamos fazer o chamamento dessas pessoas. Não há necessidade de se açodar. Todos serão comunicados em casa.

Novos peritos serão contratados ou serão os mesmos que fazem as perícias normalmente? 

A MP 739 prevê a possibilidade de realizarmos mutirões, mas a expectativa é de conseguir equacionar no horário normal de expediente. Cada perito que aderir ao programa poderá aumentar em quatro perícias ordinárias agendadas para o primeiro horário. Mas temos situações em cidades sem peritos radicados, cidades com contingente um pouco maior que a média, nessas situações de forma residual é possível que venhamos a utilizar o mutirão que realizaríamos num sábado, um dia fora do expediente normal. O grosso será no período comercial. Para cada perícia extraordinária, o perito será remunerado com R$ 60. Esse valor foi um acordo entre a Casa Civil e a Associação Nacional dos Médicos Peritos.

Isso não pode causar atrasos?

Toda essa dinâmica foi pensada para não causar nenhum problema no fluxo normal de perícias. Eventualmente, a gente precisará fazer alguns reagendamentos, mas com o quantitativo de peritos que temos, a gente acha que vai dar conta das duas missões, tanto da ordinária como da extraordinária.

Os benefícios que forem revistos poderão ser discutidos na Justiça? 

É facultado a qualquer cidadão brasileiro questionar o resultado da perícia. O que precisa ficar muito claro é que a pessoa abalizada para fazer essa avaliação é o médico perito. Ao fazer a MP 739, a gente volta um fluxo que deveria ser normalmente observado. Ainda que em algum processo, o juiz decidiu em função de uma falha nos fluxos internos do INSS, esse é o momento de fazer a correção. 
Fonte: www.otempo.com.br

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Rapaz é preso suspeito de estuprar menina de 15 anos


                                     Caso foi registrado na DDM

Um torneiro mecânico, de 28 anos, foi preso acusado de estuprar e agredir uma estudante de 15 anos, além de tentar agredir a própria mãe, de 55 anos, no Jardim Palma, no fim de semana.

Na manhã de domingo, policiais militares foram acionados para atenderem a uma ocorrência de violência doméstica, na rua Avelino Algarte Banhos, no Jardim Palma. A caminho do bairro, os policiais foram informados, via rádio do Copom, que uma adolescente estava sendo medicada no Pronto-Socorro “Doutor Álvaro Jorge Azzuz”, após ser violentada por um indivíduo, no mesmo bairro, e que poderia tratar-se da mesma ocorrência.

Em contato com a menor, os policiais apuraram que a adolescente teria sido estuprada pelo torneiro mecânico, na madrugada de sexta-feira, 19, para sábado, 20. O boletim de ocorrência foi registrado no Plantão Policial. O suspeito teria fugido e por esta razão não foi autuado.

Ainda de acordo com o relato da jovem, na manhã de domingo, o homem tentou transar com ela novamente. Diante da recusa da estudante, o suspeito rasgou o vestido dela, na frente da mãe do acusado.

Ao tentar interceder a favor da adolescente, a mãe do torneiro mecânico sofreu ameaças e ainda teve um copo arremessado na sua direção. A estudante colocou a mão na frente e teve um dedo da mão ferido pelo copo.

Diante das versões apresentadas, os policiais deram voz de prisão ao suspeito e o levaram ao Plantão Policial, onde ele acabou autuado em flagrante por violência doméstica. Não tendo como pagar a fiança de R$ 2 mil, o torneiro mecânico, foi recolhido à cadeia do Jardim Guanabara, enquanto era expedido requisição de exame de corpo e delito para a adolescente.

Caso o exame aponte que ela foi violentada, o suspeito deverá ser indiciado em inquérito policial por estupro, pela delegada Graciela de Lourdes David Ambrósio, na Delegacia de Defesa da Mulher. 

Fonte: gcn.net.br

Marido mata a mulher e morre em acidente na região


Vera Lucia Zamproni Pereira, de 46 anos, foi esfaqueada pelo ex Carlos Roberto Pereira, 53 anos; na fuga, homem morreu em acidente

A estudante Vera Lucia Zamproni Pereira, de 46 anos, morreu durante o fim de semana após ser esfaqueada pelo marido no bairro Joaquim Marinheiro, em Batatais.


Segundo informações da Polícia Militar, a vítima de desentendeu com o homem e foi atingida com um golpe de faca no pescoço. A mulher chegou a ser socorrida, mas não resistiu.
A história ganhou ainda mais contornos de tragédia com a morte do marido de Vera Lúcia. Carlos Roberto Pereira, 53 anos, pedreiro, fugiu com o carro da família logo após o crime. Na rodovia BR-265, em São Sebastião do Paraíso, Carlos Roberto bateu em uma carreta sábado à noite e morreu no local. O local do acidente é um trecho de reta. Segundo testemunhas, o homem teria jogado o carro na frente do pesado que estava carregado de cimento. A polícia encontrou a faca usada no crime dentro do veículo.
Carlos e Vera Lúcia foram enterrados neste domingo, 21, em Batatais. Eles deixaram um casal de filho de 18 e 21 anos.
Fonte:gcn.net


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Brasil tem melhor desempenho da história das Olimpíadas


Seleção brasileira de futebol comemora medalha de ouro - Foto: Ricardo Stuckert/ CBF

Reportagem de Agência Brasil
Foram 19 pódios para o Brasil nos Jogos Olímpicos, um recorde na história do país. Mas o número de medalhas não foi o necessário para se chegar à meta estabelecida pelo governo e pelo Comitê Olímpico do Brasil, de ficar entre os 10 primeiros países no ranking de total de medalhas.


Em 2012, quando foi estabelecido pelo governo o Plano Brasil Medalhas, a meta era investimento de R$ 1 bilhão de recursos públicos em bolsas para atletas, investimento em equipes técnicas e participação em torneios internacionais e também na construção de centros de treinamentos.

O Brasil terminou os Jogos do Rio em 13º no ranking com total de medalhas. Com sete ouros, o país bateu o recorde de Atenas 2004, quando foram conquistadas cinco medalhas. Ainda superou o número de medalhas de prata, com seis conquistas.
Incentivos aos atletas
Nos Jogos do Rio 2016, 358 dos 465 dos atletas brasileiros (77%) receberam apoios diretos do governo com o Bolsa Atleta. Para os esportistas, foram estabelecidas quatro tipo de bolsas: nacional (R$ 925 mensais), internacional (R$ 1.850), olímpica (R$ 3.100) e pódio (R$ 5 mil a R$ 15 mil). Cada bolsa é definida de acordo com os resultados dos atletas. Em 2016, está previsto o gasto de R$ 80 milhões para este benefício.
Além deste incentivo, 145 atletas que estiveram nos Jogos também eram apoiados pelo Programa Atletas de Alto Rendimento das Forças Armadas, que incorporou esportistas em destaques como 3º sargento temporário nas três forças, com soldo de R$ 3.200 reais. Esses atletas conquistaram 14 medalhas na Rio 2016. Em 2016, o programa tem previsão orçamentária de R$ 43 milhões.
Confira os investimentos públicos nos medalhistas brasileiros da Rio 2016 e nos seus respectivos esportes:
Canoagem de velocidade
A grande surpresa dos Jogos foi o canoísta de velocidade Isaquias Querioz com três medalhas (duas pratas e um bronze). Isaquias recebeu Bolsa Atleta durante todo o ciclo olímpico, não sendo atleta militar. Erlon Silva, companheiro de prata de Isaquias na C2 de 1000 metros, também recebeu a Bolsa Atleta durante os últimos cinco anos. Segundo o Ministério do Esporte, a a Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) recebeu R$ 2,1 milhões para estruturação de centros de treinamento pelo país, além de mais de R$ 6 milhões em bolsas para atletas da modalidade.
Judô
O esporte que mais medalhas trouxe ao país, o judô também foi apoiado ao longo do ciclo olímpico com mais de R$ 50 milhões em convênios com Ministério do Esporte. Todos os atletas da equipe que disputou os jogos ainda são apoiados pelas Forças Armadas, os homens pelo Exército e as mulheres pela Marinha. Rafaela Silva, medalha de ouro no Rio 2016, Mayra Aguiar e Rafael Silva, medalhas de bronze, receberam a Bolsa Atleta pódio durante todo o ciclo olímpico.
Ginástica Artística
A ginástica artística também trouxe três medalhas para o país. Diego Hypolito, prata no solo, também recebeu a Bolsa Atleta durante o ciclo olímpico. Arthur Zanetti, prata nas argolas, e Arthur Nory, bronze no solo, receberam o apoio de bolsa durante quase todo o ciclo, com exceção de 2013. Do total de recursos repassados pelo Ministério do Esporte, a Confederação de Ginástica, federações, clubes e atletas receberam cerca de R$ 29 milhões.
Atletismo
O atletismo foi um dos esporte que mais recursos recebeu do governo federal nos últimos anos. Só com criação e reformas de pistas oficiais foram investidos R$ 300 milhões. Além de mais de R$ 50 milhões em convênios para a manutenção de centros nacionais de atletismo, R$ 28 milhões foram para bolsas para atletas entre 2012 e 2015. Thiago Braz, ouro no salto com vara, além do apoio da Aeronáutica, recebeu o Bolsa Atleta durante todo o ciclo olímpico, com exceção de 2013.
Boxe
O boxe acabou sendo uma das categorias que menos recebeu recursos federais. Desde 2010, o esporte recebeu menos de R$ 1 milhão. Mas os atletas acabaram amparados pelo Bolsa Atleta, com R$ 9 milhões em bolsas. Robson Conceição, ouro na categoria até 60 kg, também é terceiro sargento da Marinha e recebeu apoio da bolsa em todo ciclo olímpico.
Vela
A dupla Kahena Kunze e Martine Grael, ouro na classe 49er FX da vela, terceiras sargentas da Marinha, receberam apoio durante quatro anos do último ciclo olímpico. A vela, segundo esporte que mais conquistou medalhas para o Brasil, recebeu investimento do Ministério dos Esporte apenas em bolsas para mais de 600 atletas, somando R$ 13 milhões.
Vôlei de quadra e de praia
O vôlei é um dos principais esportes do país, trazendo na história 23 medalhas olímpicas nas modalidades de quadra e de praia. Desde 2010, diversos convênios entre Ministério do Esporte e a Confederação Brasileira de Vôlei permitiram a estruturação da modalidade no país, com investimentos de R$ 48 milhões. Em bolsas atletas, foram desembolsados R$ 8 milhões para duplas de praia e R$15,5 milhões para os jogadores de quadra.
As duplas Alison e Bruno - ouro na praia - e Agatha e Bárbara - prata no feminino - além de sargentos da Marinha, recebem o bolsa atleta desde 2013. Dos 12 integrantes da equipe masculina que conquistou o ouro no vôlei de quadra, dez receberam apoio da bolsa atleta em algum momento do ciclo olímpico.
Tiro Esportivo
O primeiro medalhista brasileiro nos Jogos do Rio, o atirador Felipe Wu é sargento do Exército e apoiado pela bolsa atleta desde 2012. Cerca de R$ 9 milhões foram executados em convênios para o desenvolvimento da modalidade no país. Além do aporte de mais de R$ 13 milhões em bolsas atletas durante o período olímpico.
Maratonas Aquáticas
Poliana Okimoto, bronze na Rio 2016, é terceira sargenta do Exército e também apoiada pela Bolsa Atleta desde 2012. Para os atletas da maratona aquática, foram desembolsados mais de R$ 2 milhões. Não há especificações para convênios diretamente para a modalidade, o ministério informou que Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) recebeu, desde 2010, mais de R$ 15 milhões para investimentos na natação, maratonas aquáticas, nado sincronizado, saltos ornamentais e polo aquático.
Taekwondo
A Confederação Brasileira de Taekwondo recebeu em convênio com Ministério do Esporte R$ 3 milhões. Com o Bolsa Atleta, o aporte na modalidade foi de R$ 11,6 milhões. Maicon Andrade, bronze na categoria acima de 80 kg, recebe o benefício desde 2014, sendo ainda terceiro sargento da Aeronáutica.
Futebol
A seleção masculina ganhou pela primeira vez o ouro olímpico. O esporte que na categoria masculina é o mais profissional no país, ao contrário do feminino, que mesmo sofrendo do amadorismo, chegou em quarto lugar na Rio 2016. Somente a modalidade feminina recebe apoio do governo federal, recebendo recursos de patrocínio de estatais e de leis de incentivo ao esporte, além de R$ 9 milhões em bolsas atletas.
Fonte:gcn.net.br